
TRC À SOLTA
Música
SEX julho 18
hora 18h00
alvo: jovens e adultos
m/6
Duração 60min
Beatriz Pereira, nascida e criada em Ourém, é padroeira do ato de “escreviver”. Num precipício entre Beatriz e Maria, a sua caneta vem desfolhar um diário de cores, texturas e dissabores. Convoca melodias com origem no fado, na pop, na bossa nova e no canto popular, para as condensar numa sonoridade que tanto tem de terra-a-terra como de sonhadora.
“Ouvir e ver Bia Maria em palco, é ouvir e ver uma artista inteira, dando voz à sua relação com amúsica e com o mundo em tempo real e assumido. Até a tristeza é feliz quando aflora na voz de Bia Maria” - Festival Emergente
Desde 2019, o projeto conta com mais de 50 concertos tendo passado por festivais como o NOS Alive, Festival Para Gente Sentada, Festival dos Canais, FOLIO, Rádio Faneca ou Bons Sons. Participou também em projetos como A Música Portuguesa a Gostar dela Própria ou Porta253 e editou a música Dissabor na coletânea Novos Talentos FNAC 2019.
A URTIGA
Música
SEX julho 18
hora 19h00
alvo: jovens e adultos
m/6
Duração 60min
A urtiga nasce do encontro de dois músicos amigos e da simbiose de dois trajectos: um de nós tem-se debruçado sobre a canção e a poesia, o outro dedica-se à viola braguesa,
instrumento tradicional português, que aborda sob uma nova perspectiva.
A urtiga é, assim, um projecto de música e poesia original que explora o formato canção. Com a bagagem dos nossos percursos musicais e influências, procuramos caminhos menos trilhados e uma abordagem fresca à canção - um híbrido entre a música de câmara erudita e o imaginário do cantautor.
guitarra clássica, ukulele e voz João Almeida viola braguesa e voz João Diogo Leitão
Perpétua
Música
SEX julho 18
hora 21h30
alvo: todas as idades
m/6
Duração 60min
Com uma bateria marcante, um baixo cavalgante, guitarras que oscilam entre as profundezas da reverberação e os tons saltitantes do disco, uma voz suave e teclados que cosem tudo isto em paisagens sonoras imaginativas e frescas, é nos refrões “orelhudos” e nas melodias doces que os Perpétua marcam pela diferença, prometendo uma jornada sonora memorável, composta e pensada no dia a dia de um qualquer alguém.
Lançaram o seu primeiro single Condição em setembro de 2020 e estrearam-se logo em novembro do mesmo ano. Lançaram o seu álbum de estreia Esperar Pra Ver em março de 2021 (que conta com mais de 250 mil streams nas plataformas musicais) e com ele o single Perdi a Cor que tem tido airplay constante, em rádios nacionais e regionais. Este single foi também escolhido para integrar a coletânea Novos Talentos Fnac 2021.
Em parceria com a Câmara Municipal de Ílhavo lançaram o EP Muito Mais de homenagem a Carlos Paião, também músico da terra. Este trabalho pode ser escutado em todas as plataformas e conta com uma edição exclusiva em vinil.
Árvore-nuvem
Teatro lambe lambe
SÁB e Dom julho 19 e 20
hora 15h00
alvo: crianças e jovens
m/3
Duração 5min
Era uma vez uma árvore. Que voava. Brincava. Alimentava. Sonhava. E cuidava.
Era uma vez... uma árvore. Tão generosa que não teve limite do seu voo. Do brincar, do alimentar. Do sonhar, do cuidar. Do (seu) amor...
O Teatro Lambe-Lambe "Árvore-Nuvem" é um clássico intemporal que aborda as questões fundamentais sobre o tempo, a vida, o amor e tudo o que nos posiciona face aos outros e a nós próprios.
O Teatro Lambe-Lambe, ou teatro de miniaturas, é um estilo teatral com origem no Brasil e inspirado nas máquinas fotográficas antigas, por onde o fotógrafo revelava as fotografias, escondido debaixo de um pano preto. É-nos assim apresentado um formato de um palco em miniatura, confinado numa caixa preta de dimensões reduzidas. Dentro dessa caixa são representadas peças teatrais de muito curta duração, por um ator-manipulador, para dois espectadores por sessão.
direção artística, dramaturgia e manipulação Benedicte Garrido direção plástica enVide neFelibata (Teatro e Marionetas de Mandrágora) conceção plástica envide neFelibata, Migvel Tepes (Teatro e Marionetas de Mandrágora) marionetas, cenografia e adereços Miguel Tepes (Teatro e Marionetas de Mandrágora) figurinos Carolina Reis sonoplastia Luís Carvalho e Gabriel Moreira(Aurarecords)
Caminho do Burro
Teatro de Marionetas
SÁB julho 19
hora 16h30
Alvo: todas as idades
m/6
45 minutos
“Caminho do Burro” é uma reflexão cómica e poética sobre o que implica e significa o conceito de liberdade, contada a partir da perspectiva de um burro, que entra em cena carregando, literalmente, o peso da sua própria história, enquanto questiona a sua condição de besta de carga. Á medida que o cenário se vira, se desdobra e se transforma, somos levados a acompanhar a jornada de um burro migrante nos diferentes momentos que marcam o seu caminho em busca de uma vida melhor.
A peça é apresentada por uma atriz, que recorre a diversas técnicas tradicionais do teatro de marionetas e por um músico, que toca uma variedade de instrumentos musicais e brinquedos sonoros.
texto original Ricardo Alves e Samantha Jesus interpretação Samantha Jesus direção musical Laura Felício composição e Interpretação Musical Romain Valentino produção musical Telmo Sousa cenografia e marionetas Nuno Santos e Samantha Jesus figurinos La Salete Santos produção e comunicação Nuno Santos co-Produção Teatro Ribeiro Conceição parceira AEPGA apoio República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes
Carmim
SÁB e DOM julho 19 e 20
hora 17h30
alvo: todas as idades
m/3
Duração 40min
Vermelho carmim, cor de sangue, de força, coração, de vida e fogo interior. Circo como elemento circular, círculo sagrado, repetição e ciclo. A infância, repleta de herança familiar, que ensina, dá asas e chão com histórias, brincadeiras, canções e danças, que alimentam as narrativas e a poesia interior do crescer. Uma homenagem à liberdade, às mulheres de todas as gerações, ao empoderamento feminino.
Dramaturgia e intenções
'Carmim pretende questionar o papel da Mulher moderna e os condicionamentos impostos pela sociedade. A força das restrições, que influenciam as narrativas e a poesia interior, que interferem e esculpem a construção da personalidade de cada uma.
Utilizando o circo como veículo de expressão plástica e técnica, trabalha em linguagem metafórica os desafios, dificuldades, aprendizagem, superação e conquista do que é ser-se Mulher na contemporaneidade. O circo como elemento circular, como círculo sagrado, como repetição, como ciclo. Vermelho carmim de perigo, de aviso. Carmesim de força interior, de fogo, de sensualidade. Cor de coração pulsante, de sangue quente, de garra, de vida. Um redescobrir da natureza da Mulher Selvagem.
Uma homenagem às Mulheres de todas as gerações. Uma peça de empoderamento feminino.
conceito e criação Joana Carmo Martins música original Owl Sound texto Joana Carmo Martins cenografia e figurinos Joana Carmo Martins acompanhamento dramatúrgico Rita Carmo Martins desenho e operação de som André J. Leite fotografia JPedro Martins produção e difusão Coração nas Mãos parceiros institucionais República Portuguesa - Ministério da Cultura. Projeto Garantir Cultura apoio Câmara Municipal de Vila do Conde, Centro de Memória de Vila do Conde, Estúdio 80 Pilates
Angélica Slavi
Música
SÁB julho 19
hora 18h30
alvo: todas as idades
m/3
Duração 60min
A música de Angélica Salvi, em "Habitat", explora memória e relações com harpa e efeitos inovadores. O álbum convida a viver o presente, com melodias acolhedoras, em contraste com a nostalgia de "Phantone". Gravado em tempo real, cria uma experiência sonora imersiva e espacial.
A música de Angélica Salvi situa-se entre a memória, familiaridade e relações. Talvez seja um desrespeito pelas regras começar por uma referência à música da harpista por via do abstrato, ao invés de arrancar com a referência de que é espanhola, reside no Porto desde 2011, e que “Habitat” é o segundo registo a solo, depois de “Phantone” (Lovers &
Lollypops, 2019). Mas esse “desrespeito” faz parte também da música de Angélica Salvi. Não pede desculpa para ser como é. Faz esquecer factos, abre de imediato um imenso leque de sensações e respira uma linguagem que qualquer ouvido entende. “Nan”, o tema de abertura, consegue, em meros segundos, criar uma levitação sonora. Isto antes da harpa, como a imaginamos, fazer-se ouvir. Se “Phantone” existia nessa palavra criada entre “Pantone” e “Phantom”, favorecendo uma viagem pela memória, as harmonias abertas, coloridas e conviviais de “Habitat” promovem uma ideia de presente, de viver o momento.
Gravado em Maio deste ano no seu estúdio (Garagem 16), “Habitat” é um grande passo em frente. Parte disso tem a ver com a comunicação direta destes oito temas. A harpa continua a ser o elemento central, mas há um maior uso de efeitos e processamento de som que tornam o som mais especial. O facto desse trabalho ter acontecido em tempo real, para
tornar possível que o som se consiga reproduzir e processar de forma direta, tornam a experiência sonora bem mais real, viva, efervescente. Essa abordagem permite igualmente que o som da harpa aconteça com presença de espaço. Imponente, faz-se ouvir, causa estrondo.
Os sons parecem uma porta para um caminho, sem que algo se feche. As melodias encantam, mágicas, sem feitiços, adornadas por algo de etéreo. Os temas de “Habitat” ouvem-se como canções e menos como peças. Curiosamente, evoluem como composições abertas, luminosas e que irradiam luz. Há algo de relacionável aqui, tal como em “Phantone”, mas se aí existia um convite pela memória/nostalgia, aqui é como se a música esticasse a mão e quisesse andar Lado-a-lado. Os sons encontram-nos, apanham-nos desprevenidos – daí ouvirem-se como canções próximas, familiares – e ecoam com uma vontade de levitar. Talvez por isso, se sinta que a música de Salvi dá a mão, para não
se fugir com as canções. Quer-nos ali, a conviver com ela naquelas melodias.
EQUINÓCIO
música
SÁB julho 19
hora 19h30
alvo: 19h30
m/3
Duração 60min
WeTumTum
CRASSH_DuoCircus
multidisciplinar
DOM julho 20
hora 14h30
alvo: todas as idades
m/3
Duração 45min
CRASSH_DuoCircus é um espectáculo onde dois personagens transportam o público, de uma forma intimista e bastante acolhedora, para o universo Crassh, onde o mais comum dos objectos do nosso dia-a-dia serve para produzir música, desde simples melodias a complexos e virtuosos ritmos. Aliado uma forte componente cómica, visual, de interação com o público, e de disciplinas circenses onde o malabarismo serve também para criar música ao vivo, este é um espetáculo que combina o rigor com o caos, o calafrio com a diversão levada ao seu expoente, onde ninguém ficará decerto indiferente.
músicos / intérpretes David Calhau | David Valente Direção Artística David Valente | Bruno Estima ideia original Bruno Estima apoio à concepção Artur Carvalho | Bruno Estima figurinos Patrícia Costa adereços Patrícia Costa | Susana Lage direcção técnica Gonçalo Garcia desenho de luz Virgínia Esteves criação CRASSH produção WETUMTUM
Avós - Histórias Germinadas no Quintal
O Quintal dos avós é fértil em histórias, histórias esquecidas nas nossas memórias de infância e na memória dos mais velhos. Andámos a revolvê-las, abrimos gavetas, baús, álbuns de fotos, que andavam para lá esquecidos em qualquer canto do quintal.
Como olhamos hoje para as histórias de vida dos nosso avós?
Germinaram outras lá no quintal...
coordenação artística Graça Ochoa co-criação e interpretação Catarina Mota, Graça Ochoa e Paulo Quedas concepção plástica Catarina Mota produção Monstro Colectivo agradecimentos Casa da Cultura de Setúbal, MÁS KI ÁS KLANFUZ, PIA- projectos de intervenção artística, Stage Center Maiolle, Helena Mancelos, João Raposo (Livraria Uni Verso), Lúcia Moniz, Lucinda Saldanha, Ricardo Martins.
Canção de Embalar
por Paulo Quedas
SÁB julho 19
hora 15h30
alvo: famílias
m/3
Duração 40min
Rema, rema ó barqueiro
Vira o barco com jeitinho
Que a barca vai chegar
Para te levar de mansinho
O meu avô ensinou esta canção à minha avó. A minha avó ensinou-a à minha mãe. E a minha mãe ensinou-a aos filhos. A história de uma canção de embalar que resiste ao silêncio.
História de um Estendal e de uma Avó que não sabia Ler
por Catarina Mota
DOM julho 20
hora 16h30
alvo: famílias
m/6
Duração 30 min
A partir do olhar da criança esta é a história particular de uma janela com estendal e de uma avó. Uma história transversal de muitas realidades contada de forma simples e fantasiosa.
A avó que não foi Avó
por Graça Ochoa
DOM julho 20
hora 18h30
alvo: famílias
m/3
Duração 40min
Esperamos alguém especial para jantar.
Tudo tem de estar a preceito! Enquanto preparo a mesa as conversas vão-se encadeando umas nas outras, como as cerejas... Desafiamo-nos a moldar novas tradições... reparamos que o tempo passou.
Liden Trio
Música
DOM julho 20
hora 19h30
alvo: todas as idades
m/3
Duração 60 min
Projeto fundado por alunos da escola superior de artes aplicadas de Castelo Branco, representando a mesma e também o politécnico de Castelo Branco. É constituido por guitarra clássica, guitarra portuguesa e saxofone. Caracteriza-se pelos arranjos e originais versáteis, capazes de abranger desde o Fado à Bossa Nova.
Com uma multitude de técnicas estendidas para os instrumentos, demonstram um caráter arrojado e inovador ao qual podemos associar o nome de etnojazz;
saxofone Clara Gonçalves guitarra clássica Túlio Augustoguitarra portuguesa Rafael Campos