
Uma Coisa de Sangue Maratona
Num futuro distópico, não muito longínquo, em que o mundo foi dividido em dois - Esquerda para um lado, Direita para o outro - três personagens femininas de diferentes gerações sofrem uma crise existencial. Crise essa que as obriga a pensar acerca das suas condutas, bem como das suas noções de moral e ética, e a entrar em conflito interno por não conseguirem exercer a sua liberdade individual face ao dever moral que se agiganta no momento de uma tragédia familiar e política. A trama paradoxal focada entre o desejo de liberdade e as responsabilidades coletivas serve de ponto de partida para questionar as atuais tendências sociais e políticas de pensamento extremado e separatista. Texto e encenação Belisa Branças interpretação Joana Petiz e Teresa Chaves interpretação em vídeo Catarina Lacerda desenho de luz Teresa Antunes composição musical Rafael Maia videoarte Miguel F consultoria artística João Dinis Pinho produção executiva e apoio à dramaturgia Mariana Dixe design de comunicação Raquel Graça.
produção Maratona – Associação Cultural apoio à residência
Sekoia – Artes Performativas Instável – Centro Coreográfico Balleteatro Teatro da Didascália Campus | Paulo Cunha e Silva Baal17 coprodutores Auditório Municipal de Gaia, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Ribeiro Conceição Centro Cultural de Lagos Centro Cultural e de Investigação do Funchal Baal17 apoio República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes