LAMEGO, CIDADE POEMA
Teatro Ribeiro Conceição
1 de maio
17h – Sessão de abertura do Festival Literário “Lamego, Cidade Poema”
17h30 – Fortuna, Caso, Tempo e Sorte - Biografia de Luís Vaz de Camões com Isabel Rio Novo
Sessão conferência
Numa sessão moderada pelo poeta e editor José Pedro Leite, iremos conhecer a pessoa e o escritor Luís Vaz de Camões, abordando a obra biográfica da autoria da escritora Isabel Rio Novo. Esta é uma sessão dirigida ao público em geral e ao público escolar.
21h30 – Luís – o Poeta e o Homem
Teatro (companhia ETC)
O espetáculo pretende evocar a lírica camoniana, de onde vem e para onde foi, mas sobretudo, perceber quem foi o Homem atrás do Poeta, os seus sonetos, as suas cantigas, as suas rimas, as suas reflexões e a sua obra de destaque – Os Lusíadas.
Tudo começa com a inquietação do Professor Luís que procura novas técnicas para leccionar de forma mais apelativa a vida e obra deste génio. Com a chegada de Daniel, o seu amigo historiador, a solução parece próxima pois este dispõe-se a ajudar até que surge D. Alice, a empregada do professor que decide intrometer-se na conversa e até opinar. Assim sendo, o professor decide juntar os dois e proporcionar-lhes esta “aula encenada” cujo rumo vai sempre surpreender. Com duração de 1h15min e protagonizada por três atores, esta peça com música tocada ao vivo propõe aos alunos e professores que embarquem numa viagem que coloca lado a lado o nosso mundo e o de Camões.
2 de Maio
17 h – A leitura como expansora do conhecimento e da consciência crítica
Sessão debate
Mesa na qual o escritor e poeta Ren05/02ato Filipe Cardoso assume o papel de moderador numa conversa em que os participantes da mesa serão alunos em busca de respostas sobre a importância da leitura. No final, será aberto um período de perguntas aos pais e restantes adultos.
18h30 – Emojis em Latim – à conversa com Hélder Macedo
Sessão conferência
Numa conversa previamente gravada e projetada iremos ouvir Hélder Macedo, um dos maiores vultos da literatura portuguesa. Hélder Malta Macedo é um poeta, romancista, ensaísta, crítico e investigador literário português. A sua obra ficcional, de entre a qual se destaca o romance Partes de África (1991), no qual o autor usa técnicas narrativas para revelar as ficções da memória, expondo a fronteira entre o facto e a invenção, é considerada uma das mais originais da literatura portuguesa contemporânea.
21h30 – Rui Spranger e Rui David
Concerto declamado
3 de Maio
15h30– Dos clássicos aos contemporâneos
Mesa redonda
João Morales (moderação), Paulo Moreira, Pedro Braga Falcão, Rita Taborda Duarte
17h – Uma Luz que não encadeia – Conversa com Afonso Cruz
Sessão conferência
Afonso Cruz é escritor, ilustrador, cineasta e músico da banda The Soaked Lamb.
Em julho de 1971, na Figueira da Foz, era completamente recém-nascido, e haveria, anos mais tarde, de frequentar lugares como a António Arroio, as Belas-Artes de Lisboa, o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e mais de meia centena de países. Assina, desde fevereiro de 2013, uma crónica mensal no Jornal de Letras, Artes e Ideias sob o título «Paralaxe». Recebeu vários prémios e distinções nas diversas áreas em que trabalha, vive no campo e gosta de cerveja.
Os seus livros estão publicados em vários países.
Moderação: João Morales
21h30 – “O que a Chama Iluminou” com Afonso Cruz e Mariana Ramos
Teatro/Declamação/música
Um espetáculo que explora o fim do mundo individual e coletivo, tanto através da geografia como do tempo. Recorrendo a uma narrativa multidisciplinar, a peça mergulha em questões sensíveis, como a extinção dos povos indígenas (em particular os povos nómadas de Magalhães, como exemplo de extinção colectiva) e a dor da perda de um filho — vista também como um fim de mundo, em que Darwin será um dos protagonistas da narrativa, juntamente com um indígena fueguino que foi comprado por um botão), passando pela desumanidade dos zoos humanos, a ditadura, a devastação da natureza e a exploração desenfreada dos recursos naturais, e, sobretudo, humanos. A perspectiva global é entrelaçada com histórias íntimas, de quem enfrenta a perda trágica, a dor da ausência, fazendo uso da palavra, mas também da música, da imagem e da dança.
Curadoria Rui Rodrigues
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- De quinta-feira, 1 de maio 00:00 a sábado, 3 de maio 11:56
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