• Trc 12

    ''Teatro Ribeiro Conceição''

  • Trc 2
    ''A Arte é o alimento do Espírito''
    Ruy de Carvalho
  • Trc 25
    ''A Joia Cultura do Douro''

     

  • Trc 7
    ''A tragédia e a sátira são irmãs e estão sempre de acordo''
    Fiodor Dostoievski
  • Trc 5
    ''A lei suprema da Arte é a representação do Belo...''
                                                                                                                                                   Leonardo da Vinci
  • Teatro Ribeiro Conceição
    Teatro Ribeiro Conceição
    Uma das mais belas Salas de Espetáculos do País
  • Trc 3
    ''A vida é uma peça de Teatro que não permite ensaios...''
                                                                                                                                                                      Charles Chaplin
  • Trc 6
    ''O teatro é mais honesto que o cinema, porque o cinema filma sonhos...''
                                                                                                                                                                                                                       Manoel de Oliveira
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    ''Teatro Ribeiro Conceição''

     

  • Trc 4
    Teatro Ribeiro Conceição
    Fachada Setecentista Original
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    ''A vida é uma peça de Teatro que não permite ensaios...''
                                                                                                                                                                      Charles Chaplin

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Espaço Memória

Com o objectivo de recuperar, destacar e dignificar o espólio existente do antigo Teatro Ribeiro Conceição.

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serviço educativo TRC

 

 

Serviço Edutativo

Promove atividades que estimulam a imaginação, a criatividade e a partilha de conhecimentos.

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TRC MES LOGO

 

 

Mês TRC

Datas importantes na vida deste Teatro que coincidentemente aconteceram no mês de fevereiro.

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DIÁRIO DE UMA ASSEMBLEIA

Amarelo_Silvestre_Nelson_dAires
Categoria
MULTIDISCIPLINAR
Data
29 de Jan. de 2023 18:00
Local
Centro Cívico de Lamego - centro civico de lamego
Telefone
Email
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Diário de Uma Assembleia

de 24 a 29 de janeiro
entrada livre | sujeito a inscrição
duração: 240min
por marcação: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Local: Centro Cívico de Lamego | Domingo 29 janeiro, 18h00

ASSEMBLEIA

entrada livre | limitada a lotação da sala
duração: 60 min

 sinopse

Neste projeto fotografam-se as pessoas do território e o território das pessoas. Deixa-se que o território e as pessoas se vão revelando à medida que os seus caminhos são percorridos.
O que nos interpela, extasia, inquieta, indigna?
Este será um exercício de escuta e de olhar. Não se leva para o território a fotografia que já se tem dentro da cabeça. Não se pode impor o que se quer ver no que se está prestes a ver. E fotógrafa-se o real já imaginado artístico. Diário de uma Assembleia organiza-se em diferentes momentos: saída de campo para recolha fotográfica, com o acompanhamento de 1 embaixador/a por dia, 1 pessoa do Município que acompanha a equipa Amarelo Silvestre e que dá a ver e vê para lá o/do seu próprio território; assembleia a propósito das fotografias recolhidas; e tempo de antena de domingo à tarde para partilha pública do processo. Na assembleia, durante 5 dias, reúnem-se 30 pessoas do Município, incluindo as/os embaixadoras/es das saídas de campo, para, a partir das fotografias recolhidas, praticar o exercício da retórica, do discurso, da reflexão. Um momento para as/os participantes falarem de si e dos seus territórios a partir do que vêm. A estas/es participantes será proporcionada a sensibilização para alguns dos fundamentos da Fotografia (e de Escuta e de Olhar). O discurso a produzir, aberto e livre, terá como balizas temáticas questões como inclusão, diversidade, cidadania, ética e justiça.
Por fim, realiza-se o tempo de antena de sábado à tarde: anuncia-se ao mundo o que foi dado a ver. Diários de uma Assembleia, criação Amarelo Silvestre em coprodução com o D. Maria II, integra o projeto de Teatro e Fotografia Diário de uma República (2020 - 2030), sobre as
pessoas e os territórios da República no período referido. Um olhar-ver artístico sobre o que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal ao longo de uma década.

Direção artística: Fernando Giestas
Cocriação: Intérprete a anunciar
Consultoria artística: Augusto Brázio
Assessoria direção artística: Rafaela Santos
Assistente de cenografia: Carolina Reis
Operação técnica: Ricardo Loio
Fotógrafo: Nelson d’Aires
Design e vídeo: João Lugatte
Produção executiva: Susana Figueira Henriques
Mediação de públicos: Rita Coelho
Gestão administrativa e financeira: Bóris Micael
Produção: Amarelo Silvestre
Coprodução: Teatro Nacional D. Maria II
Apoios: República Portuguesa – Cultura / Direcção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Nelas
Parceria: As Casas do Visconde
Parceria media: Antena 2

 

A Amarelo Silvestre é uma estrutura cofinanciada pela República Portuguesa - Cultura / Direção Geral das Artes, com apoio da Câmara Municipal de Nelas.

A classificar pela CCE

AMARELO SILVESTRE

Constituída em 2009, a companhia de teatro Amarelo Silvestre concretiza as suas atividades a partir de Canas de Senhorim, município de Nelas. Teatro contemporâneo criado em contexto semiurbano, atento ao mundo e à vida. Destaque para a dramaturgia em língua portuguesa e para o corpo coreográfico do ator em cena. Palavra e corpo: dois pilares do propósito artístico da Amarelo Silvestre.
A direção artística é assegurada por Fernando Giestas e Rafaela Santos. Susana Figueira Henriques, Bóris Micael e Rita Coelho são os responsáveis pelas áreas de produção executiva, gestão financeira e mediação de públicos, respetivamente.
A Amarelo Silvestre é uma estrutura cofinanciada pela República Portuguesa - Cultura / Direção Geral das Artes, com apoio da Câmara Municipal de Nelas

 

Sobre a Odisseia Nacional

Durante o ano de 2023, o Teatro Nacional D. Maria II põe os pés em todo o território português, disseminando a sua atividade artística, envolvendo as populações, os agentes culturais e as administrações autárquicas de mais de 90 municípios. A Odisseia Nacional procura democratizar exponencialmente a oferta teatral, fomentando a criação artística local, com projetos intergeracionais e inclusivos, que refletem a diversidade do país, a partir de escalas regionais. O D. Maria II propõe-se, assim, a relacionar o pensamento contemporâneo com as identidades locais, aproximando as comunidades de novas linguagens artísticas. A programação integra centenas de propostas agrupadas em cinco programas – espetáculos, projetos de território e comunidade, eventos dedicados ao pensamento, atividades para o público escolar, ações de formação –, e ainda uma exposição. Uma empreitada que, através do teatro, pretende retratar dimensões fulcrais da atividade cultural em Portugal, criando uma reflexão aprofundada sobre as diversas realidades e promovendo uma maior coesão territorial com lastro para os anos vindouros.

Sobre o Atos

parceria: Fundação Calouste Gulbenkian

O programa Atos viabiliza 43 projetos, distribuídos por 43 concelhos e dinamizados por 16 estruturas artísticas, que pretendem valorizar o tecido cultural nacional e promover as práticas cívicas das comunidades que ali residem, através de projetos artísticos e reflexivos. Pela mão deste programa, pretende-se apoiar a criação artística local e convocar populações, estruturas artísticas, instituições locais e nacionais, a criarem projetos que partam dos lugares, os ativem e os coloquem em relação entre si e com o pensamento contemporâneo. Estes projetos terão sempre momentos de visibilidade pública, em formatos tão distintos como espetáculos, percursos, instalações artísticas, assembleias, residências abertas ou convívios. Através do Atos, a Odisseia Nacional será também um catalisador para a promoção de novos centros e comunidades artísticas, enraizadas um pouco por todo o país, que promovam um território mais coeso, a partir da sua diversidade.

 

 
 

Todas as datas

  • 29 de Jan. de 2023 18:00

Criado em iCagenda

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Datado do ano de 1727, este teatro foi inicialmente construído com o propósito de ser o Hospital da Misericórdia de Lamego que aqui funcionou até 1892. Quatro anos depois, o velho hospital passa a ser o novo Quartel do Regimento. No entanto, em 31 de Julho de 1897, um grave incêndio deixa este edifício reduzido a escombros. Em 1924, o Comendador José Ribeiro Conceição compra em hasta pública, por dez mil e um escudos (quarenta e nove euros e oitenta e oito cêntimos), o edifício em ruínas e transforma-o numa importante e prestigiada sala de espetáculos que será uma referência na vida cultural do interior do país ao longo de várias décadas. Com pompa e circunstância, o teatro foi inaugurado a 2 de Fevereiro de 1929, mantendo a sua atividade cultural até 1987, ano em que apresentava já em estado avançado de degradação. Finalmente, a Câmara Municipal de Lamego decide avançar com a aquisição deste monumento setecentista e em 1993 foram realizadas obras de recuperação e consolidação do edifício. No final de 2005, são efectuadas as obras de reabilitação e a 23 de Fevereiro de 2008 é reinaugurada a mais bela sala de espetáculos da região duriense: o Teatro Ribeiro Conceição.

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